quinta-feira, janeiro 17, 2008

Mudança

Estou em A (De)cadência das palavras agora.

Vai para lá.

http://decadenciadaspalavras.blogspot.com
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sexta-feira, novembro 16, 2007

É agora que "tudo" que fiz em um ano está em jogo...
De qualquer forma, com ou sem passar no vestibular, não se "perde" um ano...
É verdade que, no caso de não ter aprovação, não se "ganha" o ano: tudo começa de novo. Mas, de alguma forma, deve ser diferente...
Espero não passar pelo tal "de novo" a que me referi. Mas o futuro é aquela coisa... uma caixa de bombons, haha (como eu sou clichê!)

Tomara que eu não fique com um Caribe.

Enfim, desejem-me boa sorte.

E... não vou ser dramático. É bem simples: só uma prova. Que abrirá caminhos (? - quem sabe?)

sábado, outubro 20, 2007

Mediocridade palpitante

Conteúdo censurado.

Como poeta, sou um ótimo... estudante?
Entendam-me: se tenho vergonha do que produzo aqui não é auto-crítica em demasia. É só consciência de que, pelo meu gosto próprio, acharia o que escrevi uma grande porcaria. Porque é.

Impossível atualizar esse blog.

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domingo, setembro 09, 2007

Empiricamente

Eu costumava fazer poemas ruins e brincar com essa história de escrever. Poeta, eu... quem dera soubesse. Fernando Pessoa é realmente inspirador... Não devia ter morrido. Vida miserável e passageira. Correria ligeira... não tão breve assim, mas espantadora. Cruel, eu diria ainda.
Ou talvez sejamos despreparados demais para lidar com ela. A pergunta agora seria: quando será que estaremos?
Da vida se leva experiência, isso eu bem sei. o trato das coisas se aprende assim, concluo... empiricamente. A vida como cientista não tem um pingo de ética. Não respeita... a humanidade.
E o homem, bem, esse próprio desconhece essa palavra. Então traz consigo a dor no peito, insolúvel e avassaladora.
E a experiência de fato adianta?
O ser acaba nessa... merda. Nem todos... os que não... sofrem.
É a imaturidade do não pensar. Ou a inocência, de Pessoa.
O amor se torna um sentido para tudo e quebra o sentido humanístico. nos faz, por vezes, cientista... esquece.
Já não falo coisa com coisa.
Mas, como o personagem de Lavoura Arcaica (Raduan Nassar) "misturo coisas quando falo, não desconheço, são as palavras que me empurram, mas estou lúcido (...), sei onde me contradigo, piso quem sabe em falso, pode até parecer que exorbito, e se há farelo nisso tudo, posso assegurar (...) que tem muito grão inteiro. Mesmo confundindo, nunca me perco, distingo para o meu uso os fios do que estou dizendo".

quinta-feira, junho 21, 2007

nem um pingo

por teu lânguido olhar
vejo
que não sei tanto sobre a vida
nada sobre ser romântico
ou mesmo do bom e velho lirismo
não sei amar de olhos fechados
e pensar sem querer ter a razão

me divirto mal
não sei ser criativo ou expansivo
e sobre a liberdade infinda cri
não saber nada do que vi
do que ouvi ou do que senti
sou o meu não-eu,
por um lado me vejo tenro
e então quase que tudo é feliz
talvez
talvez
se eu soubesse ser humano...!
ah! como eu seria?
não sei se intenso
ou até atroz
mas qualquer coisa menos mórbida
que o nada tão veloz
pois esse nada é o que impera
venera e até vocifera
em minha pequena cicatriz

sobre tudo que venero
cá encontro minha humanidade
na idade que não revelo
desvelo do que a ninguém entrego
devaneio do que sinto
e do não-eu
o nada esboça uma cara de bunda
o nada amargo e doce, indeciso
o nada é como eu

que não tem um pingo de poesia

segunda-feira, maio 14, 2007

Contos urbanos I

O sol brilhando atrás da núvem. Mais um dia como todos os outros, em que se pensa sobre a vida em uma viagem de quinze minutos de ônibus... O ônibus é o lugar para pensar, depois do banho. Porque no ônibus você pode se distrair e prestar atenção nas pessoas, seja da rua, ou ao seu lado. aliás, aquelas ao seu lado são as que mais prendem atenção. você nem quer, mas acaba ouvindo as conversas... a maioria pouco produtiva. Também, quem ouve conversa não tem que exigir que elas tenham serventia... mesmo porque isso é difícil. Sair uma frase genial assim no cotidiano... difícil. Culpe ao senso comum maldito.
E então, absorto em idéias quaisquer, o cara ao meu lado me disse de repente: "seu ponto é antes ou depois do fórum?"
Eu já ia responder, é claro. Será que ia? Enfim, hesitei por uns instantes... "será que é inocência dizer qual o ponto? Bem, quem sabe... me seguem, e aí? Já fui seguido duas vezes na rua, e só escapei porque corri. Literalmente." mas acabei perguntando: "por quê?!"
O cara respondeu com naturalidade que estava querendo saber para se guiar, porque é do interior. Só isso. Acresentou, contudo, que não era ladrão.
Fiquei envergonhado de imediato. Disse o velho "eu sei", que tanto eu como ele sabíamos não ser verdade. Pois pesou o fato da minha desconfiança. Já que, de qualquer forma, essa desculpa de que são tempos perigosos não cola. nNo que um ladrão se reconheça pela face. Mas... sei lá. O meu "por quê?" foi tão brusco. E... desumano, até.
Então eu o orientei... como se nada tivesse se passado. E desci com o velho medo de ser seguido.

Ridículo, eu sei. Desmundo citadino de gente. É foda.

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quinta-feira, abril 19, 2007

díspares disparos.

vez passada eu me descrevi como uma trava, um nó. relacionamentos são coisas complicadas... você nunca sabe o que o outro pensa, embora perceba se ele está satisfeito ou não.

eu não sei muito sobre os tais relacionamentos, talvez por isso não saiba lidar com muitas das pessoas que amo. quando o enlace fica mais forte, minhas características mais brutas tornam-se visíveis...

pois eu sou mesmo estúpido. estupidamente estressado, inquieto, incomodado. sufocado. e tudo que eu queria é que essas gotas grossas parassem de cair sobre mim. não sei nada de nada, isso que é fato.

e talvez o sol brilhe amanhã de manhã, diz Tweedy. tudo que eu farei será falar... e me perder nas idéias, que voam pelo meu nada particular. a vida intensa... a vida é uma pasmaceira.

e o mesmo instrumento continua capaz de golpear fundo toda a alma. veloz, implacável. vejo que ser o que se é não é simples assim. mudar, por outro lado, também não é.

emudeço, coração afogado. tristeza tinha fim. felicidade parece entrecortada. tom zé só explica pra confundir. e confundindo quer esclarecer. mas eu nada faço. não tenho magnitude nenhuma nessa prosa tosca.

minha racionalidade fica tão frágil e débil. devastada. perco tempo acinzentando o azul. burrice. marcelo camelo diz que não muda não, que vai ficar são, mesmo se for só. eu não.

só não sei ceder... ou sei? a dúvida é um subterfúgio interessante, muitas vezes eficaz. coisa mais linda que já vi, indubitavelmente.

mas o que impera é a morbidez. é certo que certas palavras são feias, porém atrativas... morbidez é assim. feia a palavra. feio o significado. mas quem se importa tão somente com o belo?

eu odeio a morbidez. o meu sono matinal, após as costumeiras poucas horas de sono. a preguiça de ser. e o peso de existir, que se acentua... atônito, eu, nos meus cacos de presente.

a essa altura todos já perceberam: escrevo clichês como quem diz grandes novidades. mas procuro ser visceral. coerente... verdadeiro. embora isso nem se efetue muito. :o)

o fio das horas se esvai. o tempo é fugaz. mas a música é meu maior abrigo. depois dos intermináveis abraços...

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